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B1
2021-2024
quadriênio
##plugins.themes.gdThemes.general.eIssn##: 2675-3065 | ##plugins.themes.gdThemes.general.issn##: 2675-3065
Planejamento e Aplicações ao Meio Ambiente | Vol. 5 Núm. 5 (2023)
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É moçambicano, nascido na cidade da Beira, a 15 de Novembro de 1979. Filho de Miranda Maloa e de Carolina Bhuge. Professor Auxiliar do Departamento de Geociências da Universidade Rovuma – Extensão de Niassa. Ex-Sargento Militar das Forças Armada de Defesa de Moçambique (FADM). Tem Pós-Doutorado pela Universidade de São Paulo (2017); Doutorado (Ph.D) em Sociologia pela Universidade Federal de São Carlos, Brasil (2019) e Doutorado (Ph.D) em Geografia pela Universidade de São Paulo (2016); Mestrado (MSc) em Sociologia pela Universidade de São Paulo (2012), Licenciado (Lic) em Sociologia pela Universidade Eduardo Mondlane (2008) e Bacharelato (Bach) em Ciências Sociais pela Universidade Eduardo Mondlane (2005).
##plugins.themes.gdThemes.publishedIn## noviembre 26, 2023
Com ênfase numa pesquisa interdisciplinar, este artigo busca avaliar a dinâmica do uso de fertilizantes químicos e insecticidas na agricultura do Niassa, entre 2013 – 2015. O estudo centrou os seus objectivos específicos nos seguintes eixos analíticos: descrever o comportamento do uso de fertilizantes químicos e insecticidas na agricultura da província e por último, identificar os factores determinantes desta utilização. Para responder os objectivos propostos recorreu-se a abordagem mista (qualitativa e quantitativa), fundamentada por meio de documentos, observação directa e reportagens jornalísticas. Os resultados dos dados mostram que nos últimos três anos de (2013 -2015), a província consumiu, em 2014, 45.370 litros de insecticidas e em 2015, 58.056 litros, correspondendo a um acréscimo de 28%. De igual modo, foram utilizados, em 2014, 141.145.5 kg de fertilizantes e em 2015, 266.792,5 kg, correspondendo a um crescimento de 89%. Os factores determinantes da utilização de fertilizantes químicos e insecticidas na agricultura estão associados à dinâmica do crescimento do mercado de consumo alimentar, da população e dos problemas estruturais da agricultura moçambicana. As conclusões indicam que o crescimento do uso de fertilizantes químicos e insecticidas na agricultura do Niassa tem implicações no meio ambiente e na saúde pública da população, através da contaminação dos solos e dos alimentos.