Periódico de Acesso Aberto
B1
2021-2024
quadriênio
Planejamento e Aplicações ao Meio Ambiente | v. 3 n. 4 (2021)
Sérgio Fernando Kussumua Paulo Mununo Jõao Pedro Romão Esmael Morais Dembo Irina dos Anjos Liudimila Quintas Adolfo Dala Catuti
Informações do autor
Informações do autor
Informações do autor
Informações do autor
Informações do autor
Informações do autor
Publicado em maio 24, 2021
A produção de banana na província do Bengo foi afectada, há um ano, pelo vírus topo-em-leque, um vírus que não tem consequências para a saúde humana mas traz consigo um impacto socioeconômico que resulta na redução drástica dos níveis de produção da banana. O presente estudo teve como objectivo geral propor medidas de diminuição do índice do vírus topo-em-leque da bananeira no campo agrícola do Bengo (Fazenda Sagribengo). No presente estudo foi empregue o método empírico por meio de observações, entrevistas aos produtores de banana as informações obtidas foram processadas numa folha de cálculos Excel e de igual forma os dados foram processados com aplicação de métodos estatísticos simples através do programa Excel. Os resultados obtidos e ou diagnóstico da doença demonstram que o agente causador da mesma é um afídeo ou pulgão que cientificamente é chamado por (pentalonia nigronervosa), ela também pode ser causada pelo material vegetativo proveniente das zonas infectadas pela doença ou ainda através das mudas. Com base nos estudos e investigações desenvolvidas chegou-se as seguintes conclusões: As plantações devem ser vistoriadas de 15 em 15 dias para detenção de qualquer anomalia, a partir dos primeiros 45 dias após a plantação. Todas as plantas atípicas devem ser imediatamente retiradas do campo porque elas podem significar o indício de graves problemas fitossanitários. Obteve-se as seguintes recomendações: Doravante precisamos ter uma especial atenção com as nossas plantações, as tecnologias que utilizamos assim como o estado fitossanitário das nossas plantações; Que se faça a divulgação do presente trabalho.