##plugins.themes.gdThemes.journalSlogan##
B1
2021-2024
quadriênio
##plugins.themes.gdThemes.general.eIssn##: 2675-3065 | ##plugins.themes.gdThemes.general.issn##: 2675-3065
Meio Ambiente e Experimentações | Vol. 5 Núm. 4 (2023)
Bianca Marina Costa Nascimento Suelen da Conceição Rodrigues de Sales Jociane Sthefanny Tavares Silva Joyce Kamilly da Silva Pereira Marcus Vinicius Gomes de Melo Anne Evelyne Franco de Souza Xavier
##plugins.themes.gdThemes.author.info##
##plugins.themes.gdThemes.author.info##
##plugins.themes.gdThemes.author.info##
##plugins.themes.gdThemes.author.info##
##plugins.themes.gdThemes.author.info##
##plugins.themes.gdThemes.author.info##
##plugins.themes.gdThemes.publishedIn## octubre 31, 2023
O uso de plantas e produtos derivados de animais é uma prática em curso no mundo há anos, incluindo principalmente aspectos culturais, ambientais, sociais, mas também o científico. O fitoterápico é o produto obtido das plantas medicinais ou de seus derivados, exceto substâncias isoladas, com finalidade profilática, curativa ou paliativa. O uso de fitoterápicos iniciou-se como alternativas para o controle de diversas doenças, permitindo que a sociedade adquirisse um vasto conhecimento terapêutico acerca de produtos de origem animal e vegetal, principalmente pessoas mais velhas, que perpetuam os conhecimentos através do passar das gerações. Portanto, o objetivo do presente trabalho é identificar o emprego de fitoterápicos entre jovens estudantes de zona rural e urbana, de nível fundamental e médio, do brejo paraibano. A análise foi realizada no mês de agosto de 2023 em quatro municípios do brejo paraibano: Areia, Esperança, Guarabira e Remígio. O questionário semiestruturado contendo quatro questões foi aplicado nas turmas de ensino fundamental (7º, 8º e 9º anos) e no ensino médio nas turmas do 1º e 3° anos, somando um total de 136 alunos. Foi utilizado o programa Excel para análise de dados. A maioria dos estudantes (84%) já fez ou faz uso de fitoterápicos, através de chás e lambedores, para o tratamento de distúrbios gastrointestinais, cefaléia, dentre outros. A planta medicinal mais citada pelos entrevistados foi o boldo (Peumus boldus), seguido da erva cidreira (Melissa officinalis), do capim-santo (Cymbopogon citratus) e da camomila (Matricaria chamomilla).