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B1
2021-2024
quadriênio
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Revisões e Reflexões sobre o Meio Ambiente | Vol. 1 Núm. 1 (2019)
Domingos Sávio Marques de Menezes Vieira Walter Santos Evangelista Júnior Luandson José da Silva e Silva Daniel Lima Pereira Renato Augusto da Silva Vandeilson Bezerra Ferreira Francisco de Assis da Silva Mirandy dos Santos Dias
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Possui Licenciatura Plena em História, Bacharelado em Agronomia, Especialização em Educação de Jovens e Adultos com Ênfase em Economia Solidária, Mestrado em Horticultura Tropical e atualmente é doutorando no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agricola, ambos pela Universidade Federal de Campina Grande-UFCG
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##plugins.themes.gdThemes.publishedIn## mayo 22, 2020
Os extratos de plantas são recomendados na agricultura familiar, caracterizada por pequenos e médios produtores, principalmente relacionados à produção orgânica. Uma forma de obtenção de compostos ou substâncias vegetais é através do isolamento de princípios ativos ou grupo químico específico com ação inseticida, dentre esses destacam-se os alcalóides. A algarobeira Prosopis juliflora apresenta diversas substâncias com propriedades inseticidas e antifúngicas. Assim, objetivou-se avaliar o efeito inseticida dos extratos alcoólico e aquoso de folhas da algarobeira sobre o pulgão preto do feijoeiro Aphis craccivora (Hemiptera: Aphididae). O experimento foi realizado em viveiro telado utilizado o feijão-caupi da variedade “Paulistinha, que aos 20 dias após o plantio foi infestado por adultos do pulgão preto A. craccivora. No preparo do extrato alcoólico coletou-se folhas de algaroba e após 24 horas de exposição ao ar livre, as mesmas foram tratadas em estufa por 48 horas numa temperatura de 50 ºC, em seguida as folhas foram trituradas e colocadas em uma solução de álcool a 70% para extração dos fitoquímicos. Observou-se que as dosagens estudas do extrato alcoólico (100; 50; 25 e 10 mL/L) não apresentaram toxicidade significativa, onde não houve mortalidade do A. craccivora. Utilizando o extrato aquoso da algaroba observou-se uma mortalidade que variou de 5,94% e 30,12% do pulgão preto. Conclui-se que o extrato da algaroba apresentou baixa eficiência sobre a mortalidade do A. craccivora.