##plugins.themes.gdThemes.journalSlogan##
B1
2021-2024
quadriênio
##plugins.themes.gdThemes.general.eIssn##: 2675-3065 | ##plugins.themes.gdThemes.general.issn##: 2675-3065
Planejamento e Aplicações ao Meio Ambiente | Vol. 4 Núm. 4 (2022)
Jessica Agra Guimarães João Teixeira Guimarães Neto Rhadija Gracyelle Costa Sousa Janine Ferreira De Oliveira Daniel Duarte Pereira Germana Pessoa De Pontes
##plugins.themes.gdThemes.author.info##
##plugins.themes.gdThemes.author.info##
##plugins.themes.gdThemes.author.info##
##plugins.themes.gdThemes.author.info##
##plugins.themes.gdThemes.author.info##
##plugins.themes.gdThemes.author.info##
##plugins.themes.gdThemes.publishedIn## octubre 27, 2022
A previsibilidade de plantio de culturas estratégicas como o feijão-caupi Vigna unguiculata (L.) Walp em municípios inseridos no Semiárido Brasileiro tem se revestido cada vez mais de importância para o evitamento de plantios ou de perdas. Neste sentido, o Zoneamento Agrícola de Risco Climático tem se mostrado como uma ferramenta eficaz, porém desconhecida, para muitos técnicos e gestores. O uso desta ferramenta para o município de Lagoa Seca, Paraíba, evidenciou que devem ser evitados os plantios de variedades mais medianas e tardias e estimulado o plantio de variedades precoces, independente dos tipos de solos e texturas. Por outro lado, permitiu também estabelecer um calendário de plantio que pode ser referenciado como do dia 01 de abril a 20 de junho. Estes resultados, se bem conhecidos, podem fazer com que as aquisições de variedades, preparo de terreno e épocas de plantio possam ser planejados de forma mais técnica e, consequentemente, sem perdas de maiores.