Open Access Journal
B1
2021-2024
quadriênio
Revisões e Reflexões sobre o Meio Ambiente | Vol. 4 Issue 4 (2022)
Joseane Silva Ferreira Auta da Silva Oliveira Djail Santos
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Published in October 27, 2022
O Phaseolus lunatus L. trata-se leguminosa que pertence à família Fabaceae que apresenta alta diversidade genética e alto potencial nutritivo. Apesar da rusticidade, a espécie apresenta alterações nas suas respostas fisiológicas relacionadas cultivada em sistemas de sequeiro, como a redução da área foliar e consequentemente a área disponível para realização da fotossínte afetando a biomassa fresca e seca das plantas. Nesse sentido, o objetivo desse trabalho foi avaliar as respostas fisiológicas de nove variedades de fava cultivadas em sequeiro no brejo paraibano. Utilizou-se um delineamento experimental em blocos casualizados com nove variedades de fava e três blocos, totalizando 27 parcelas experimentais com 12 m2 (com quatros linhas de 3,0 m de comprimento e duas plantas por cova, totalizando 64 plantas por parcela, respeitando o espaçamento de 1,0 m entre linhas e 0,5 m entre plantas). Os dados foram tabulados no programa da Microsoft excel e submetidos a análise de variância pelo teste F (P ≤ 0,05), cujas variedades foram comparadas pelo teste de Tukey (P ≤ 0,05) usando o programa computacional Sisvar 5.6. Apesar da restrição hídrica promovida cultivo de sequeiro a variedade Roxinha apresentou maior conteúdo relativo de água, já a Boca de moça teve maior índice de biomassa fresca e seca com um aumento de 52,55% da biomassa fresca quando comparada à orelha de vó, concluindo-se que apesar do déficit hídrico as plantas conseguiram conservar água na folha e manter e elevar sua biomassa fresca.
PALAVRAS-CHAVE: Fava, déficit hídrico, biomassa.