Periódico de Acesso Aberto
B1
2021-2024
quadriênio
Cotidiano e Meio Ambiente | v. 1 n. 2 (2019)
Luana da Silva Barbosa Paloma Domingues Ana Carolina Bezerra Adriana da Silva Santos Vitória Régia do Nascimento Lima Igor Revelles Gomes Luna Kilson Pinheiro Lopes
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Publicado em maio 23, 2020
● https://10.66205/mabra.v1i2.29
O acelerado crescimento das culturas no Nordeste, exige a necessidade de um processo contínuo de estudos para atender aos anseios dos produtores da região, principalmente em relação à necessidade de água, um dos principais problemas que afeta o local. Diante disto, objetivou-se fazer uma revisão bibliográfica sobre o efeito do ácido salicílico e do choque à frio sobre o estresse hídrico em sementes. O ácido salicílico apresenta várias funções, destacando-se inibição da germinação e do crescimento, interferência na absorção de raízes, redução da transpiração e causa a abscisão foliar em algumas espécies, mas é bem conhecido como molécula sinalizadora na indução do sistema defensivo das plantas a estresses bióticos ou abióticos. Existe proteínas que são formadas em resposta à elevações repentinas de temperatura (5 a 10 °C), denominadas de proteínas de choque térmico (HSP) que auxiliam as células a suportar o estresse, sendo ativada a partir do choque à frio, liberando substancias osmoprotetoras (dissacarídeos, poliaminas, enzimas extratoras), que ajuda na germinação das sementes e no desenvolvimento da planta em ambientes com pouca disponibilidade hídrica. A partir disso, o ácido salicílico pode inibir ou promover a germinação de sementes e o choque à frio potencializa esse resultado, necessitando aplica-los em diversas espécies e estudar o seu efeito na cultura.